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terça-feira, 5 de novembro de 2013

ACP e TJ, Dizem não ao feriado no Dia da Consciência Negra.

Medida cria revolta  no movimento Afro de Curitiba.


dia da Consciência Negra,esta ação causou revolta da comunidade Afro Descendente do Paraná, Após decisão do Tribunal de Justiça que suspendeu o feriado  municipal de 20 de novembro,
Os militantes estão indignados e pode estar começando ai uma nova fase de relação com o poder
na Capital, diante desta situação a APP Sindicato realizará nesta Quarta Feira 06/11/2013-as
18:00 horas  uma Reunião e convida Todos os negros, descendentes e simpatizantes desta causa
para participar.
  Os negros Precisam mostrar sua indignação contra à decisão do Tribunal de Justiça do
Paraná contra o feriado municipal de 20 de novembro. A postura é retrógrada da ACP e do Tribunal
reafirmaram a presença de um racismo institucional em nossa cidade. Nós da comunidade negra de
Curitiba e apoiadores e apoiadoras das lutas pela promoção da igualdade racial não podemos ficar
calados!Vamos nos reunir para definirmos ações comuns em defesa do feriado, Completo Mesael Caetano.

Veja o Endereço: APP - SINDICATO DOS TRABALHADORES EM EDUCAÇÃO PÚBLICA DO PARANÁ

Avenida Iguaçu, 880 - CEP 80.230-020 - Rebouças

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Preso suspeito de matar por causa de uma jaqueta

Wagner dos Santos Vieira (foto), 23 anos, estava irritado ao ser apresentado, na Quarta-feira (30), como autor do assassinato de Juraci Grite, 30, em
dezembro de 2008, na Vila Osternack, Sítio Cercado. Ele foi preso pela Delegacia de Homicídio, na terça-feira, e afirma não ter cometido o crime. O delegado
Agenor Salgado explicou que Juraci se negava a devolver a jaqueta peruana que pertencia a Wagner, e foi morto com tiros pelas costas, ainda vestindo a
peça de roupa.
Wagner se diz inocente e afirma que a polícia o prendeu injustamente. Porém o delegado afirma que ele foi reconhecido por várias testemunhas. Mesmo após
cinco anos, a polícia recebeu denúncias do paradeiro de Wagner, que estaria residindo em Morretes. “Fui preso em Fazenda Rio Grande. Estava trabalhando
quando me pegaram”, contestou o suspeito.
Wagner disse que já morou na Osternack, porém nunca conheceu a vítima. “Você tem prova do crime? Tem alguém falando que eu matei? A Justiça no Brasil
é cega. Tenho uma filha de nove meses para criar. A polícia vem e pega qualquer coitado, que não tem como pagar advogado”, desabafou