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quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Condenado por homicídio é preso no Osternack

Depois de fugir da cadeia de Goioerê, no norte do Paraná, onde estava preso por homicídio, Juliano Dirceu Bueno Gomes, 22 anos, foi “seduzido” por um
policial e recapturado, trabalhando em um mercado da Vila Osternack, Sítio Cercado. O rapaz, sorridente, reclamou da superlotação da carceragem do
Centro de Operações Policiais Especiais (Cope).
Segundo o delegado Cássio Conceição, policiais da delegacia de Goioerê informaram que o foragido estaria na capital trabalhando num mercado. Para
chegar até Juliano, os policiais criaram o perfil de uma mulher no Facebook, com quem Juliano passou a ter conversas frequentes. Após diligências na região,
a polícia prendeu o foragido.
O detido foi condenado a 12 anos de prisão pela morte, a facadas, de Adair Marcelino Gomes, 32, em 14 de novembro de 2011. O motivo teria sido discussão
sobre drogas. Ele foi preso em flagrante, mas escapou pela porta da frente da delegacia em 15 de janeiro deste ano, aproveitando o descuido dos
carcereiros.
Porta
“Eles me levaram para o médico e, na volta, esqueceram a porta da frente aberta. Depois que eu fugi, minha família me ajudou financeiramente”, contou
Juliano. Ele foi levado julgado à revelia em 4 de outubro. “Não sei se vou continuar a cumprir o resto da pena”, disse o preso, que sorria para as câmeras sem
demonstrar preocupação em voltar para a prisão. “Matei, mas não queria matar. É lamentável o que fiz”, disse. Juliano será recambiado para o interior.

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Preso suspeito de matar por causa de uma jaqueta

Wagner dos Santos Vieira (foto), 23 anos, estava irritado ao ser apresentado, na Quarta-feira (30), como autor do assassinato de Juraci Grite, 30, em
dezembro de 2008, na Vila Osternack, Sítio Cercado. Ele foi preso pela Delegacia de Homicídio, na terça-feira, e afirma não ter cometido o crime. O delegado
Agenor Salgado explicou que Juraci se negava a devolver a jaqueta peruana que pertencia a Wagner, e foi morto com tiros pelas costas, ainda vestindo a
peça de roupa.
Wagner se diz inocente e afirma que a polícia o prendeu injustamente. Porém o delegado afirma que ele foi reconhecido por várias testemunhas. Mesmo após
cinco anos, a polícia recebeu denúncias do paradeiro de Wagner, que estaria residindo em Morretes. “Fui preso em Fazenda Rio Grande. Estava trabalhando
quando me pegaram”, contestou o suspeito.
Wagner disse que já morou na Osternack, porém nunca conheceu a vítima. “Você tem prova do crime? Tem alguém falando que eu matei? A Justiça no Brasil
é cega. Tenho uma filha de nove meses para criar. A polícia vem e pega qualquer coitado, que não tem como pagar advogado”, desabafou