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segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Começa a disputa por novos táxis em Curitiba



Começa hoje e vai até 13 de dezembro a fase de entrega de envelopes dos interessados na disputa por uma das 750 autorizações para prestação de serviços de táxi em Curitiba, em processo de licitação pela Urbs (Urbanização de Curitiba SA). As autorizações serão concedidas pelo prazo de 35 anos, prorrogáveis por mais 15.

Esta é a primeira licitação realizada pela Urbs para ampliação da frota de táxi, que tem o mesmo número de veículos (2.252) há mais de 40 anos.
A Comissão de Licitação prevê a participação de 3 mil concorrentes. Até agora, mil pessoas baixaram o edital. A audiência pública para discutir o edital, dia 4 de julho, teve a participação de 1.250 pessoas.
Modalidades
O edital prevê 700 autorizações para táxi convencional e executivo; mais 30 táxis convencionais, para operação por taxistas com deficiência física; e 20 para a categoria de táxi especial compartilhado. O táxi especial compartilhado deverá atender prioritariamente usuários com deficiência, mas quando não houver este atendimento também pode atuar como convencional.

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Já Passou pela Câmara projeto que prevê ônibus só para mulheres

Após diversas reuniões da Comissão de Legislação da Câmara de Curitiba para debater o projeto que institui ônibus reservados para mulheres no transporte
coletivo, a matéria foi acatada ontem. Inicialmente, o colegiado estava dividido e a votação chegou a dar empate em uma das reuniões anteriores, porque a
proposta, na opinião de alguns integrantes da comissão, apresenta vícios de iniciativa. O último parecer, do vereador Valdemir Soares (PRB), e a presença
do autor da proposta, Rogério Campos (PSC), que argumentou e explicou o projeto, foram decisivos para convencer a maioria dos parlamentares.
De acordo com Campos, a regra deverá valer para biarticulados e ligeirinhos, somente em horários de grande demanda e os veículos deverão ter cor
diferenciada. Como a ideia é pintar os veículos de rosa, já foram apelidados pela população de “panterões”. “Não impactará na tarifa porque estes ônibus
ficam na garagem e só saem para cobrir os horários de pico”, justificou. Seriam usados 20% da frota para o público feminino, que também poderia optar pelos
ônibus mistos. Segundo o parlamentar, o recurso já é usado com sucesso em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília.
Inconstitucional
Já a presidente do colegiado, Julieta Reis (DEM), alegou que o projeto é inconstitucional e não tem condições de prosperar. O texto agora deve passar pela
Comissão de Direitos Humanos, Defesa da Cidadania e Segurança Pública e também pela Comissão de Serviço Público, antes de ser votado em plenário.