Mostrando postagens com marcador Parana. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Parana. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Estação Tubo No Osternack é Palco de Protesto pelo Sindicato da categoria

Representantes do Sindicato dos Motoristas e Cobradores de ônibus de Curitiba (Sindimoc) estão indignados com a falta de segurança na estação-tubo Osternack, localizada no bairro Ganchinho. No final da tarde desta terça-feira (26), eles interditaram o ponto e estenderam faixas por uma hora para chamar a atenção das autoridades para o problema.
A estação, que serve de passagem para cerca de 2,1 mil usuários diariamente, é cenário de 10 a 15 assaltos por mês – estatística que a coloca como um dos pontos de parada de ônibus mais perigosos da cidade. No local, que fica no cruzamento da rua Eduardo Pinto da Rocha com a Guaçui, passa o ligeirinho Bairro Novo.
Segundo Luiz Carlos, representante do sindicato, a estação-tubo virou praticamente uma agência bancária. “A gente não aguenta mais essa situação. Nós não temos segurança nenhuma, os bandidos acham que aqui é caixa eletrônico, que pode chegar e levar o dinheiro. Não é assim, nós queremos uma solução, porque temos que arcar com prejuízo do próprio bolso”, disse à Banda B.
Resposta
Em nota, a Prefeitura de Curitiba informou que, segundo o Centro de Controle Operacional da Urbs, o protesto durou cerca de uma hora, mas a estação já foi liberada. O local foi reformado esse ano, passando de 10 para 40m e está em funcionamento normal. O problema dos assaltos é de segurança pública, de responsabilidade do estado do Paraná.

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Médico, chefe de escoteiro e professor estão entre os presos de Operação da PF contra pedofilia

(Foto/Divulgação da Policia Federal)
A Polícia Federal (PF) deflagrou na manhã desta terça-feira (19) a Operação Glasnot, uma das maiores operações de combate à pedofilia já realizada no Brasil. Durante a ação, 25 prisões foram efetuadassendo 24 em flagrante e uma preventiva - 85 mandados de busca foram enviados no total. Entre os detidos, estão um médico, um chefe de escoteiro, um professor e um soldado da Aeronáutica.
A investigação, que começou há dois anos com a ajuda da Interpol, identificou cerca de 300 usuários brasileiros que produzem e compartilham imagens relacionadas à exploração sexual de crianças e adolescentes na internet.
No Paraná e em São Paulo, sete pessoas foram presas. Curitiba teve quatro prisões em flagrante. No Rio Grande do Sul, foram detidos três pedófilos, e um no Rio de Janeiro, em Minas Gerais e na Bahia.
A operação investiga também os brasileiros que moram no exterior. Nos Estados Unidos, a ação da PF é realizada em conjunto com a Agência Federal de Investigação, a conhecida FBI.
Confira abaixo a lista completa das cidades onde os mandados foram cumpridos:
Alagoas
Maceió
Bahia
 Juazeiro
Ceará
Fortaleza
Goiás
Anápolis
Aparecida de Goiás
Niquelândia
Maranhão
Imperatriz
Minas Gerais
Belo Horizonte
Juiz de Fora
Manhuaçu
Montes Claros
Varginha
Andradas
Pouso
Varginha
Paraná
Londrina
Santo Antonio da Platina
Apucarana
Maringá
Campo Mourão
Paranavaí
Ubiratã
Mandirituba
Almirante Tamandaré
Fazenda Rio Grande
Curitiba
Santa Catarina
Joinville
São Paulo
São Paulo
Cruzeiro
Indaiatuba
Araçatuba
Bauru
Jaú
Campinas
Capivari
Bragança Paulista
Hortolândia
Aparecida
Cachoeira Paulista
São Jose do Rio Preto
São Bernardo
Guarulhos
Osasco
Itu
Rio Grande do Sul
Porto Alegre
Rio de Janeiro
Rio de Janeiro

Nome da Operação
O nome da operação, “Glasnost”, é um referência ao termo russo que significa transparência. A palavra foi escolhida porque a maior parte dos investigados utilizava servidores russos para a divulgação de imagens de menores na internet e para realizar contatos com outros pedófilos ao redor do mundo.

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Semana começa com risco de vendaval e granizo no Paraná

Frente fria avança rapidamente e faz tempo ter condições para vendavais e granizo em todo o estado. Chuvas mais fracas ocorrem de terça a sexta e calor continua


A semana começa com condições para a ocorrência de temporais com ventos fortes e queda de granizo em qualquer ponto do estado nesta segunda-feira (21). Uma frente fria avança rapidamente e faz o Paraná acender o alerta para a possibilidade de estragos. Mas nos próximos dias, as condições mudam e os dias passam a ser mais típicos de primavera, com risco ainda de chuvas fortes à tarde, mas em pontos isolados.
Ana Beatriz Porto, meteorologista do Instituto Tecnológico Simepar, relata que na manhã de segunda já era possível constatar ventos de até 120 km/h no norte do Rio Grande do Sul avançando em direção do Paraná. “Uma frente fria bem organizada deve chegar ao estado causando temporais em alguns setores do Paraná. A previsão de temporais é possível apenas com pouco tempo de antecedência, mas tem chance para todo o estado.”
Segundo boletim do Simepar, as condições mais favoráveis para a ocorrência de chuva devem acontecer no Noroeste, Oeste, Sudoeste e Centro-sul. A meteorologista explica que essa frente fria deixa de influenciar o Paraná ainda nesta segunda, mas isso não quer dizer que a chuva vai embora. Com o aquecimento ao longo do dia e a umidade que fica após a passagem da frente fria, condições para chuvas se apresentam principalmente no período da tarde. A diferença é que as temperaturas máximas caem um pouco depois do fim de semana de sol e calor, especialmente na região que vai dos Campos Gerais até Curitiba.
Nesta terça-feira (22), em Curitiba, o dia começa com 15ºC e os termômetros chegam a 23ºC. Na quarta, a variação fica entre 16ºC e 27ºC; na quinta vai de 17ºC a 23ºC e na sexta parte de 14ºC a 22ºC. Até quinta devem ocorrer, na capital paranaense, chuvas com trovoadas. Na sexta, a previsão é de pancadas mais fracas.
No interior, os termômetros baixam na região Sul e continuam próximo dos 30ºC à tarde nas regiões Noroeste e Oeste. Na terça-feira (22), a máxima em Paranavaí deve ser 32ºC, Maringá 31ºC, Foz do Iguaçu 29ºC e Guarapuava 26ºC. Na quarta-feira (24), período mais quente do dia, Ponta Grossa registrará 27ºC, Londrina 31ºC e em Paranaguá atinge 32ºC.

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Paraná planeja abrir vias para municípios pobres

Governo tenta financiamento para obras em 460 quilômetros de estradas nas regiões do estado com baixo índice de desenvolvimento humano

O governo do Paraná bate à porta do Banco Inter­­americano de Desen­vol­vimento (BID), negociando empréstimo para tirar do papel um projeto logístico que prevê obras ao longo 460 quilômetros de 14 estradas estaduais. Orçado em US$ 680 milhões (R$ 1,482 bilhão), o programa prevê a ampliação e melhorias na malha rodoviária de regiões que concentram cidades com baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). A partir disso, espera-se estimular esses municípios e minimizar a pobreza.
O projeto – Programa Estratégico de Infraestrutura e Logística de Transportes – prevê a pavimentação de 140 quilômetros de estradas, ligando pequenos municípios a rodovias estaduais. O alvo desta parte do projeto são regiões menos desenvolvidas, principalmente no Centro-Sul e Vale da Ribeira.

Essa infraestrutura permitiria a recuperação do IDH dessas regiões. É fundamental para amenizar a miséria e a fome desses bolsões”, analisou o economista Lafaiete Neves, especialista em transporte.
Inclui-se nesta etapa o asfaltamento da PR-092, entre Cerro Azul e Doutor Ulysses – município com o pior IDH do Paraná. A obra é uma reivindicação histórica dos moradores, que atribuem o atraso ao isolamento geográfico. Também estão previstas a pavimentação do acesso ao Porto de Antonina – a PRC-101 –, além de trechos de estradas em São Mateus do Sul, Coronel Domingos Soares, Reserva do Iguaçu e Mato Rico, considerados bolsões de pobreza do estado.
O programa também deve duplicar 150 quilômetros e restaurar 170 quilômetros de rodovias. Nestas etapas, encontram-se melhorias no eixo rodoviário – PR-466 – que liga Guarapuava a Mauá da Serra, alavancando o desenvolvimento de pequenos municípios às margens da estrada.
“Aquele setor é um vazio, marcado por pequenas cidades, em uma região pobre, de poucos acessos rodoviários. Essa integração deve beneficiar a área como um todo”, disse o conselheiro de infraestrutura da Federação das Indústrias do Paraná, João Arthur Mohr. “O desenvolvimento vem pela estrada. Se não tem estrada, não tem desenvolvimento”, resumiu.
Integração
De acordo com o projeto, o objetivo é integrar as estradas que serão pavimentadas ou que passarão por melhorias à rede rodoviária – estradas estaduais e federais. O Paraná também pretende implantar cinco centros logísticos, com estruturas de apoio para usuários, posto de armazenagem e desembaraços alfandegários.
O economista Lafaiete Neves, no entanto, ressalta que a integração pode ficar ameaçada se o estado não rever o preço da tarifa nas rodovias pedagiadas. “Não adianta essa estrutura, se continuar onerando os preços dos pedágios. Não é este modelo que se vê em regiões de expansão do agronegócio, por exemplo, como Mato Grosso e Amazônia Legal”, mencionou.

Eixos
Programa pretende reforçar a ligação entre Paraná e São Paulo
No Norte e Noroeste do estado, o governo pretende impulsionar o desenvolvimento das regiões por meio de melhorias em eixos rodoviários que ligam o Paraná ao estado de São Paulo. O programa vai privilegiar três eixos, por meio do qual poderá escoar a produção ao estado vizinho. Os trechos ficarão integrados a rodovias federais, otimizando a malha. O maior segmento é o da PR-317, que liga Maringá a Santo Inácio, em direção a São Paulo. Os outros eixos são a PR-170 (entre Cambé e Porecatu) e a PR-182 (de Nova Londrina a Diamante do Norte). O consultor da Fiep, João Arthur Mohr, destaca que as obras seriam importantes, sobretudo porque São Paulo é o principal mercado consumidor dos produtos paranaenses. “Com esse fluxo, criaríamos uma logística rodoviária focada em produtos de maior valor agregado para um grande mercado consumidor, que é São Paulo. Essas rodovias vão facilitar o acesso, e isso é desenvolvimento para as regiões”, apontou. De acordo com os especialistas, a ampliação dos eixos de acesso a São Paulo traria mais alternativas de fluxo da produção do estado, hoje focado na BR-116. Com a pavimentação do trecho entre Cerro Azul e Doutor Ulysses, o Paraná poderia criar ainda outra possibilidade, ligando-se ao Sudoeste de São Paulo, via Sengés.
Sem resposta
A reportagem encaminhou à Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Seil), responsável pelo projeto, uma série de questões para detalhar o programa. Entre elas, estavam perguntas sobre as negociações com o BID e as contrapartidas do estado. A Seil, no entanto, não conseguiu responder ou se manifestar, porque seus diretores estavam em reunião ou não puderam ser localizados pela assessoria de imprensa do órgão.